terça-feira, 29 de junho de 2010

PESCA SUB EM RIO - DICAS

Com o inicio da estação da Seca na região, estamos prestes a começar a temporada de pesca sub na maioria dos rios.
Como na maioria dos rios, para voce ter acesso a eles, é preciso entrar em uma propriedade particular e ter autorização do proprietário ou responsável, aí vai alguns procedimentos que um mergulhador tem que ter para não queimar o filme.
- Evite mergulhar nos locais onde tem pescadores de linha, geralmente da confusão, vá para outros pontos do rio, ou vá em outra hora que eles não estão pescando.
- Evite mostrar os peixes que voce capturou, o pessoal vendo os peixes, rola depois um falatório enorme ( tipo, vieram uns mergulhadores aqui e acabaram com os peixes do rio, estão espantando o peixe da região e outras baboseiras que o pessoal espicha na lingua). Desde da década de 70, quando começou a pesca sub em água doce no interior do Brasil, este fator de mostrar os peixes foi o que mais queimou o filme do mergulhador, por isto EVITE TOTALMENTE mostrar os peixes na região.
- Quando mergulhar em ceva de pescador de linha, mergulhe no horário que ele não esta lá, pois assim voce evita conflito com ele. O pescador de linha vai continuar cevando o lugar, você sempre apanhando peixe, sem ele saber e sem confusão, e voce vai mergulhar em uma cevada de graça.
- Evite fazer acampamento perto da aguada do gado, talvez aquela seja a unica na fazenda, e voce estará impedindo o gado de descer ao rio.
- Fazendeiros, geralmente não gostam de muita gente no local, por isto mergulhe com no máximo 3 pessoas, rios pequenos e médios não fica legal com mais de 3, e também é mais fácil navegar com o barco com pouca gente.
- Não deixe lixo, no local do acampamento, leve no carro e jogue na lixeira da cidade mais próxima.
- Cuidado ao fazer fogo no acampamento, pois estamos na época da seca, e um descuido o fogo pode pegar no pasto e uma destruição terrivel e de muito prejuízo pode acontecer.
- Junte roupas velhas ou se possivel leve mantimentos e alimentos, para doar para o pessoal carente das fazendas. - Pescadores, mergulhadores, profissionais, caçadores, garimpeiros, tudo em geral, ao longo dos anos, muitos queimaram o filme nas fazendas, por isto hoje em dia esta ficando cada vez mais dificil o acesso em certos lugares.
- Esteja todo documentado ( carteira de arrais amador, documento do barco, do carro, do reboque, licença de pesca, carteira de associação, de motorista) evite aborrecimentos com a policia rodoviaria e com a florestal.
- Pesque dentro da legislação
- Boas pescarias,com muita diversão, sem confusão e acesso sempre aos lugares.

Dicas e fotos do amigo praticante de pesca sub em água doce - Vladimir/SP

quarta-feira, 16 de junho de 2010

ALMOÇO EM SALINAS DA MARGARIDA

Manhã fria... todos em casa ainda dormem. Debaixo do ededrom faz uma temperatura agradável. Deixo todos continuarem a dormir e vou cuidar das preparações pro passeio. Isto é, se a chuva nos der uma trégua e assim nos permitir não sairmos debaixo d'água.

Por volta das 07:30 acordo a esposa... "E ai, tá chuvendo?" A natureza colaborou e o aguacero que caiu durante a noite finalmente pela manhã cessou. Levantou animada e foi se arrumar, afinal iria estrear a jaqueta e luvas novas que ganhará no dia dos namorados, aliás presente duplo, era aniversário também. O nosso destino é a Barra do Paraguaçú e Salinas da Margarida.

Deixamos as crianças com a avó e partirmos pro nosso passeio com a companhaia de uma leve garoa, mais meus anos de experiencia em analisar o clima me foram muito úteis e sabia que o tempo iria melhorar, bastou atravessar-mos a Baia de Todos os Santos pro céu cinzento se tornar azul e com um sol muito bonito, mais a temperatura ainda ficava baixa devido ao vento sudeste frio e muito forte, que chegava a empurrar a moto em algumas rajadas violentas. Vento esse que tornou a travessia do ferry muito demorada e desgastante, pois as ondas estavam de bombordo e muito altas, quando pegava de proa molhava os carros dentro então apenas bem perto do terminal de itaparica é que alinhamos de proa com o terminal.

Mais isto tudo faz parte da aventura que vocês acompanham assistindo este vídeo:



É isso aí amigos leitores, mais uma vez estendo o convite e lhes digo: Andar de moto... passear de moto é bom demais. Até a próxima!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

VENTUINHA ELÉTRICA NO NIVA

Imagine-se num trânsito de uma via, mão dupla por meia hora as vezes mais, com constantes mudanças de 1ª e 2 ª marchas. O que acontece no niva? O motor super aquece. O motor dá logo sinais de super aquecimento o meu de 70º vai parar em quase 100, isso porque graças a Deus o congestionamento no trânsito não dura tanto tempo a ponto de ver até onde esta temperatura pode atingir, pois logo que o trânsito volta ao normal e o aumento do vento sobre a colmeia do radiador rapidamente joga a temperatura ao normal. Mais durante um engarrafamento isto é impossível sempre vai haver este dilema do super aquecimento, então camaradas esta adaptação é uma que chegou em boa hora.
O profissional que executas estes serviços de elétrica no meu carro é meu amigo de longas datas Geovani (aventureiro de carteirinha exímio ciclista e motociclista), um eletricista de autos experiente, inteligente e que está sempre a procura de novos conhecimentos.
O material que comprei para a instalação foi, 10 metros de fio metade de preto a outra metade de vermelho, um relê de 50 âmperes, ventuinha de ar condicionado (baixa) e se quiser pintar uma lata de spray preto fosco. De posse do material o Geovani pois as mãos a obra, o que vocês conferem abaixo:



Abraços e até a próxima!

domingo, 6 de junho de 2010

NIVASOUTO NO BA-EXPEDITION 4X4

Camaradas, a muito tempo venho tentando agregar-me a um grupo off-road e como se diz o ditado "Antes tarde do que nunca!", paresce que desta vez encontrei uma rapaziada legal! Gente simples dispostos em nome da diversão em família, do prazer em pilotar seus carros, e através do off road criar novas amizades, expandir esta que é uma das maiores qualidades do homem, "a união".
Posso dizer que este grupo é bacana. Salve aos amigos Stell (camiseta azul) e Marcelo (camisa SP) que foram meus primeiros contatos e são os idealizadores do grupo.
Abraços a todos os integrantes do Bahia Expedition 4x4, em breve estaremos juntos nestas aventuras.

A prova do crime - a impressão adesiva

Olha o videozinho da carimbada, só falta o batismo in group on the off road!


domingo, 23 de maio de 2010

BIKE CANNNONDALE SCALPEL 4 Roubada




Colegas,

Tive a minha bike roubada hoje (22/05) as 6:00 perto da Pizza Hut (Lauro de Freitas). Assalto a mao armada. Me ajudem divulgar.

Marca: Cannondale.

Modelo: Scalpel 4.

Onde: Lauro de Freitas, perto da Pizza Hut.

Contato: Anderson, e-mail: anderson@irricenter.com.br, Cel.: (71) 9170-0030.

terça-feira, 11 de maio de 2010

HONDA NX4 FALCON


Lançada em setembro 1999, em substituição à NX 350 Sahara, a NX4 Falcon não mudou praticamente nada ao longo de sua fabricação (exceto os grafismos).
Apesar dos anos e dos avanços tecnológicos do setor de duas rodas, a Falcon segue em frente, sem concorrentes diretos. Abaixo do modelo de 397,2 cm³ da Honda está sua irmã mais nova, XR 250 Tornado, e também a Yamaha XTZ 250 Lander, equipada com injeção de combustível.
Em um patamar acima estão a Yamaha XT 660R e a BMW G 650 GS que, sem sombra de dúvida, são infinitamente superiores ao modelo on/off-road da Honda. Apesar de defasada mecânica e visualmente, a Falcon tem qualidades. Seus pontos fortes são: conjunto equilibrado, conforto e freios potentes.
A ergonomia, ou seja, a postura do piloto sobre a motocicleta, também é um de seus principais atrativos de venda. Em razão do desenho do tanque e das aletas, o piloto fica bem encaixado na Falcon. O guidão mais alto e estreito oferece ao motociclista fácil pilotagem. Ao centro, um completo painel de instrumentos. O banco macio, largo e em dois níveis faz da moto de uso misto da Honda bastante confortável, já que piloto é garupa podem rodar por muitos quilômetros.


Mecânica e ciclística

A Falcon tem motor monocilíndrico de quatro tempos derivado da XR 400, com quatro válvulas e comando simples no cabeçote (OHC). O propulsor gera 30,6 cv a 6.500 rpm de potência máxima e torque máximo de 3,51 kgm a 6.000 rpm. Já que o motor é originário de um modelo “puro-sangue”, a Falcon poderia oferecer uma maior cavalaria. Só para comparar, sua antecessora, a Sahara, desenvolvia 31,5 cv a 7.500 rpm. Esta é a principal queixa: a falta de potência.
Com um conjunto bastante equilibrado, a Falcon utiliza um chassi do tipo berço semiduplo, que ancora suspensão dianteira de longo curso e da traseira Pro-Link. O sistema de freios é outro destaque. Com disco em ambas as rodas, a dianteira tem cáliper de duplo pistão e pistão simples na traseira.
O freio na roda da frente é superdimensionado para a moto. É bastante preciso – mesmo em situações extremas –, porém o motociclista deve ter sensibilidade para acioná-los. O modelo tem rodas dianteira de 21’’ e traseira de 17’’, calçadas com pneus Pirelli MT 60 de uso misto.

Impressões de pilotagem

Polivalente, a Honda Falcon pode ser utilizada no dia-a-dia e em viagens curtas no final de semana, além de estar pronta para encarar trechos de deslocamento por terra ou até mesmo uma trilha. Em razão de seu porte, a moto passa por obstáculos ou corredores apertados sem dificuldade, já que a altura dos espelhos fica acima da maioria dos retrovisores dos automóveis (exceto utilitários). Para ajudar nas manobras em vias apertadas, a Falcon tem um bom ângulo de esterçamento.
Por estradas asfaltadas, a moto tem desempenho compatível com sua proposta, principalmente se rodar a 100/110 km/h. O consumo médio gira em torno de 20 km/l. Em trechos de serra, com curvas fechadas, a Falcon surpreende, já que tem um bom ângulo de inclinação. Para ajudar nessa missão, a moto conta com um bom acerto da suspensão e também pela boa aderência dos pneus Pirelli, de perfil alto (120/90 na traseira e 90/90, na dianteira).
Apesar de seus 151 kg (a seco), a moto roda com desenvoltura por estradas de terra. Na trilha, o comportamento desta on/off não deixa a desejar, mas não é seu habitat natural. Com seu espírito de aventura, a Falcon encara muitas adversidades. Até quando não se sabe, já que o mercado brasileiro está cada dia mais exigente e antenado nos principais avanços tecnológicos. Uma coisa é certa esta trail a Honda aposentou por tempo de serviço.


FICHA TÉCNICA – Honda NX4 Falcon


MOTOR Quatro tempos, OHC, monocilíndrico, arrefecido a ar, com cárter seco e reservatório de óleo, 397,2 cm3
POTÊNCIA30,6 cv a 6.500 rpm
TORQUE3,51 kgm a 6.000 rpm
ALIMENTAÇÃO Carburador
TRANSMISSÃO FINALCorrente
CÂMBIO Cinco velocidades
PARTIDA Elétrica
RODAS Dianteira de aro 21”e traseira de aro 17”
PNEUS Dianteiro Pirelli MT 60 - 90/90 - 21 M/C 54S; traseiro Pirelli MT 60 – 120/90 - 17 M/C 64S
CHASSI Quadro em berço semiduplo, com comprimento de 2.147 mm, altura de 1.210 mm, largura de 789 mm, altura mínima do solo de 245 mm; entreeixos de 1.433 mm; altura do assento de 850 mm e peso a seco de 151 kg
TANQUE15,3 l (reserva de 5,3 l)
SUSPENSÃODianteira com garfo telescópico e 220 mm de curso; traseira com Pro-Link, com 195 mm de curso
FREIOSDianteiro com disco simples, de 256 mm de diâmetro; traseiro com disco hidráulico, de 220 mm de diâmetro
PREÇO R$ 14 mil

Texto: InfoMoto
Fotos: InfoMoto

quinta-feira, 6 de maio de 2010

NEBLINA DURANTE TREINO

Pessoal hoje pela manhã conforme faço quase todas as manhãs, fiz um treino de ciclismo pela Estrada do Coco no mínimo inusitado para o nossa região. Um treino cercado por uma densa neblina que num campo de visão de 100mts não se enxergava nada a frente. E a umidade era tanta que meus braços e pernas ficaram cobertos de gotas d´agua. Isso pode parecer comum para algumas regiões mas por aqui não tenho lembrança (em 17 anos de ciclismo) ter visto uma neblina tão forte.

Abraços e bons treinos.