quinta-feira, 21 de outubro de 2010

VÌDEO - DO PASSEIO A CACHOEIRA DE PANCADA GRANDE E PRAIA DE GUAIBIM

Galera o vídeo do passeio pra Cacahoeira de Pancada Grande já tá no ar.
Apreciem!

domingo, 17 de outubro de 2010

DE FALCON NAS CORREDEIRAS

Pessoal ontem fui a Itanagra (roça) ver meu pai e ajudar numas tarefas por lá, por coincidência no mesmo dia um dos nossos animais estava dando cria, uma porca de raça pariu 11 filhotes. Leitõeszinhos muito bonitos, vejam:


Após os trabalhos, um almoço e merecido descanço com direito a um cochilo de uma hora. Acordo com os cachorros latindo e minha esposa ao celular ligando pra saber notícias. Feito isso me arrumei e por volta das 15:30 já estava em cima da moto de volta para casa. Mas com muitas idéias na cabeça, uma delas voltar pela Linha Verde a fim de pegar uma estrada boa sem quebra molas e testar a força da moto, pois recentemente troquei os discos de embrenhagem (estava patinando). Subitamente tive uma ídeia de explorar uma indicação e descobrir uma nova atração para meus passeios. Mas já era quase 17h e o sol estava para se pôr então deveria ser bem rápido, felizmente tudo deu certo as pessoas a quem fui pedindo informações foram as pessoas certas e consegui achar o local das corredeiras e de quebra um novo patrocinador do blog.
Compartilho com vocês abaixo o resultado de uma tarde de exploração:


Abraços e até a próxima!
Fiquem com Deus!

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

DE NIVA EM MASSARANDUPIÓ

Amigos neste feriadão fomos a roça, só que fizemos algo diferente resolvemos ir até a praia de Massarandupió distante 37 km de lá. Fizemos até piquinique na verdade um churrasco a beira do rio a 100 metros da praia. Fomos a família toda, meu pai foi com o monza também. Ainda arrisquei uma brincadeira nas dunas com o niva, mas sem registro digital.
Apreciem o vídeo e deixem seus comentários.
Abraços e até a próxima!

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

CACHOEIRA DE PANCADA GRANDE E PRAIA DE GUAIBIM

A cachoeira da Pancada Grande fica a 48 kms ao sul de Valença, localizada numa APA (área de proteção ambiental) de 50 hectares de extensão. Possui uma queda d’água de 61m e é cercada por densa vegetação. O poço principal é grande e perfeito para um bom banho. com no máximo 4mt de profundidade. Mas cuidado com a correnteza. Passeios subindo o rio também são possiveis através de uma escada com 310 degráus numa inclinação de uns 70º ao lado da cachoeira. Então já sabe os mais velhinhos e com problemas de joelho é melhor verem apenas as fotos de lá de cima. Para os mais atléticos, o visual privilegiado da região de Ituberá compensa a subida cansativa. Toda esta área era explorada e mantida pela Michelin, onde lá era realizado pesquisas e plantio de seringueiras. Enquanto era propriedade da Michelin ela realizava na APA importantes projetos ambientais, inclusive restauraram uma casa de máquinas de uma antiga hidrelétrica que funcionava no local. Ali foi montado o centro Michelin de refeência ambiental, um local para cursos e palestras sobre o meio ambiente. Entretanto recentemente a Embasa assumiu a propriedade, só o tempo dirá se continuaremos a ter tal estrutura a visitantações. Vamos aguardar.

O passeio (1ª parte)

Eu e karla partimos de casa às 6:30 nos encontramos no caminho com Jr e Fernanda e seguimos para o ferry boat, onde pegariamos o de 7:30, após uma travessia de 1 hora aportamos na ilha de Itaparica, seguimos viajem em direção a Nazaré das Farinhas quando sinto meu celular tocar, por duas vezes chamou até parar. Pensei, deve ser Ricardo (amigo de infância que disse que talvez fosse com nosco e sua esposa Aline). Dito feito era ele mesmo informando que estava alguns minutos atrás de nós e que esperassemos a sua chegada. Reunida a turma seguimos viagem. O caminho de asfalto até Nazaré é muito ruim o asfalto todo remendado exige muita cautela do condutor em alguns trechos tivemos que parar literalmente para escolhermos o melhor traçado. De valença até Ituberá o asfalto é melhor mais com muitos quebra-molas chega a ser cansativo. Também muito cuidado com as ultrapassagens a pista não tem acostamento e vários pontos cegos. Em alguns trechos a pista empolga, bem sinuosa do tipo que gostamos de pilotar. No trajeto passamos por diversas cidades então é importante manter a atenção pois literalmente as pessoas andam no meio da rua dividindo espaço com os automóveis. Não esqueça da cortesia e educação no trânsito nestas situações, principalmente porque somos de fora.

O passeio (2ª parte)

Depois de um bom banho revigorante nas águas gélidas da cachoeira, era chegada a hora de seguir-mos o caminho para a 2ª parte do passeio, onde seria o local do almoço, a praia de Guaibim.

A vila de Guaibim fica a 18 km de Valença. Possui 6 km de praias com boa infra-estrutura turística, casas de veraneio, kiosks, e orla bem iluminada.

Das praias de Guaibim, é possivel ter uma bela visão da Ilha de Tinharé e Morro de São Paulo. Muito procurado e badalado, Guaibim é palco de campeonatos regionais do surf. Em Guaibimzinho, pode-se tomar banho de água doce na foz de seu rio, assim como em Taquari, na parte norte, que é mais tranqüila.

A praias de Guaibim fazem parte da APA de Guaibim, (Área de Proteção Ambiental), compreendida entre a Ponta do Curral e a barra do Jiriquiça, ou seja, o litoral inteiro do município de Valença. São 2000 hectares e mas que 20 kms de praias aos dois lados da vila de Guaibim, ideais para caminhadas.

A comida por lá é barata e muito bem servida. Vale a visita!

É isso aí amigos, meus passeios são assim repletos de belezas naturais.

Venha fazer parte você também!

Abraços, fiquem com Deus e até a próxima!

Pesquisa relacionada: Mochila Brasil

terça-feira, 5 de outubro de 2010

CAÇA SUBMARINA

Pessoal, ontem realizei um mergulho rápido e muito proveitoso. Foram 90 minutos de pura ação. Adrenalina a 1000 e atitude. Pela manhã fiz um reconhecimento visual do mar e achei que pelas condições de pouco vento e uma mínima, mas existente linha azul próxima da costa fazendo meio que uma barriga passando por cima de um pesqueiro que chamamos de "sororoca" valia a pena uma investida no mergulho. Sendo assim pela parte da tarde aproveitaria uma brecha nos afazeres do escritório e realizaria tal mergulho. Após uma leve refeição no almoço e um discanço de uma hora fui pro mar. A água estava fria embora não tão fria quanto a alguns dias atrás. A visibilidade não ultrapassava os dois metros em sentido horizontal e a vista de cima a flôr d'agua, mal se via o contorno das pedras. Assim que cheguei no pesqueiro fui agraciado com algumas gaivotas cerca de umas 30 que passavam por sobre minha cabeça, algo em torno de uns 10 metros de altura, foi uma visão muita bonita e como informei em outro tópico é muito importante esta interação entre homem e natureza, sentir prazer pelo que faz e pelo momento. Para os mais experientes sabem que gaivotas é sinal de iscas na região. Soltar a linha do carretel, prender o gacho nas costas, por a máscara após uns 2 meses é uma sensação de que estou prestes a buscar meu alimento. Já podia sentir o prazer de uma bela muqueca ou um peixinho assado na mesa lá de casa. Já faz um certo tempo que não vendo meus peixes. Aliás a próxima aracanguira que pegar, não vendo.
Vamos à ação, na primeira imersão fui cercado por um cardume de uns 30 peixes "galo" com por volta 1, 1,5kg cada, fiz mira, tentei emparelhar dois e fazer um "dublê" (como chamamos quando arpoamos dois peixes com um tiro só), mas eles não chegaram a tanto, entretanto encostou dois budiões azul optei pelo maior é claro, ferro no peixinho. Agradeci a Deus e fui direto para enfieira, armei a espingarda novamente, realizei mais alguns mergulhos e mudei de local. Novamente fui cercado pelos galo e tentei novamente um dublê esperei tanto que emparelhassem que chegou a hora de subir e não dei o tiro. Moral da história, quando tiver oportunidade, atire. Só vi estas vezes o cardume de galo, poderia ter pego pelo menos 1 exemplar. Na próxima... Quem sabe pego!
Já findando meu horário mudei de local e na descida antes mesmo de fazer espera um dentão subiu pra me receber, não contei "dois" sentei o dedo no gatilho e mais um peixinho pra enfieria. Ainda fiz mais uns mergulhos vi muitos budiões batata, algumas piranemas, pirambú, guaricema mas todos não valia apena arpoar. Subi na prancha e pedalei de volta a terra. Já eram quase 17 horas e ainda tinha que buscar a esposa no trabalho. Saldo muito positivo dois peixes cada um em torno de 4 kilos.

(click na imagem para ampliar)

Então, convém nas condições atuais de tempo aproveitar a oportunidade e não deixar pra amanhã (vide tópico caca submarina praticada só ).

É isso aí pessoal, até a próxima!

Abraços.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

EU DIGO SIM À MOTOCICLETA

Campanha lançada pela MOTOCICLISMO MAGAZINE com o objetivo de mostrar os benefícios que as motos trazem à sociedade

Apesar de sua importância social e econômica, atualmente, a moto e seu mundo são vistos negativamente pela sociedade, e seus problemas específicos não são levados em conta.

A moto é uma solução, não um problema.

SIM – A moto é uma ótima alternativa, além de ser viável e transmitir liberdade de ir-e-vir, sem depender de ninguém.
SIM – Diante dos problemas causados por outros meios de transporte e da falta de um transporte coletivo coerente, a moto oferece um transporte livre, individual e sustentável.
SIM – Os motociclistas favorecem a circulação, deixam mais espaços para os demais veículos e facilitam projetos favoráveis à criação de espaços de melhor convivência.
SIM – A motocicleta merece ser potencializada e aceita como uma ótima solução ao tráfego urbano e para o lazer. A nossa campanha enfocará a segurança e as melhorias para todos os motociclistas. Essas são algumas das medidas que nós pleitearemos junto aos órgãos responsáveis: estudo para a liberação da faixa de ônibus ao uso das motos e a ampliação das faixas exclusivas; criação de mais estacionamentos específicos; não à proibição indiscriminada de estacionar em calçadas, pois existem espaços onde seria totalmente viável; incentivo ao uso e à diminuição dos custos dos equipamentos de segurança como: jaquetas, calças, botas e luvas apropriadas; diminuição dos impostos sobre a motocicleta devido à sua prestação social; preço do seguro mais justo; planos de financiamento mais amplos; equivalência da Carteira de Habilitação B-A1 como ocorre na Europa.

A motocicleta e o tráfego

A moto merece respeito e atenção de todos. Os carros são maioria no trânsito, mas, assim como caminhões, ônibus, vans etc., as motocicletas merecem uma atenção específica às suas características e necessidades junto ao trânsito, ao pavimento e à sinalização. Essa atenção prioriza a segurança e contempla o desenvolvimento de suas capacidades e vantagens ao máximo. Por isso, deve-se projetar ruas e estradas pensando nela, como guard-rails com proteção inferior, sinalização horizontal antideslizante, sinalização vertical apropriada e conservação do pavimento ou asfalto.

A moto como um elemento de lazer

A moto é positiva. Além de ser útil e um imprescindível meio de transporte, a motocicleta oferece importantes valores quanto à liberdade e à satisfação em seu uso. Transmite uma sensação de bem-estar aos seus usuários e acompanhantes. Por isso, o uso da moto deve ser uma atividade segura e prazerosa.

A moto na sociedade

O motociclista é um cidadão. Desconsiderando a marginalidade provocada por alguns, estamos orgulhosos por andar de moto e fazer parte da sociedade. Por isso, reinvidicamos seu uso, tanto prático como de lazer. Não devemos ficar na defensiva. Somos mais de 9 milhões em todo o Brasil, o suficiente para chamar a atenção dos políticos e da sociedade em geral. A forma de pleitear e defender nossos direitos será parte essencial da mensagem positiva da moto, o que descarta qualquer tipo de resposta agressiva aos demais cidadãos.

Matéria estraida do site Motociclismo on line - parte da Revista Motociclismo.
Rafael Miotto
http://motociclismo.terra.com.br/index.asp?codc=58

terça-feira, 14 de setembro de 2010

MANGUE SECO - PARTE 2 (passeio)




II Expedição Mangue Seco
Relato do nosso amigo e integrante do passeio Rafael (Omago) que veio com sua Suzuki Vstrom 650 DL
de Recife.


"2º Dia – Passeio Praia de Mangue Seco – BA

Não bastasse acordar cedo na sábado, eis que me fizeram acordar cedo novamente no domingo... mas tudo bem, na hora tudo é festa!

3h30 e Irene ainda dormindo: “Calma morzinho, omago ainda ta dormindo”. Grito eu: “Bom, não sei se digo que sim ou que não”... kkk

Tomamos café e partimos para o ponto de encontro, um posto de gasolina na linha verde. Só esqueceram de avisar ao vigia que iríamos aparecer tão cedo... mas não faz mal, ainda pararíamos em outro posto mais à frente para reforçar o café da manhã e abastecer as motocas.

Chegando no tal posto, que tem uma boa estrutura com lanchonete, restaurante, lembrançinhas e bem espaçosa, mas que também estava fechado! É! O pessoal da Bahia não gosta de trabalhar de madrugada, o relógio marcava 05h20 da manhã...

A parte boa, é que foi um bom motivo para colocar a conversa em dia. Decidir o caminho a seguir, quem iria puxando quem iria de ferrolho e tudo mais.

Posto aberto, motos abastecidas, partimos para nosso destino: Mangue Seco!

O sol já tinha nascido e a viagem foi tranqüila até um certo ponto onde deixamos a BA099 e partimos para uma estradinha de terra que daria acesso a praia. Ou melhor, estradinha de terra é subir muito o nível daquela estradinha ali! Putz! Quanto buraco! Valas! Costeletas! Nossa! Minha moto nunca tremeu tanto... perdi a conta dos parafusos que soltaram e ficaram no meio da estada...kkkk... os mais apressadinhos e que conheciam a estrada partiram logo na frente, mas eu, Ricardão, Rad e Irene fomos num ritmo mais tranqüilo, até mesmo porque queríamos que nossas motos chegassem com o mínimo de estrutura para continuar viagem pela praia... kkk

Nessa parte, fale ressaltar que um dos nossos amigos que estava mais à frente, fez um OFF-OFF Road legal numa das curvas dessa estradinha de terra... o cara parecia profissional! Kkkk...

Depois de uns 20min (foi isso mesmo?) nesse ritmo, eis que chegamos na parte de areia fofa para atravessar e chegar à praia. Todos passaram sem maiores problemas, tirando é claro a minha moto e a DR de Júlio... ele passou na minha frente com ajuda de mais dois amigos, e eis que ele está chegando na parte mais durinha da areia e o pessoal o deixa para me ajudar, o cara simplesmente vai caindo com a moto sem ninguém entender nada! Hehehe... que onda! Daí, Leo veio me ajudar e passamos dessa parte de areia sem grandes problemas. Mas vi na prática que o pneu da minha moto não conseguia fazer sua própria trilha e sim, apenas seguir as trilhas das motos que passaram na minha frente.

Tomamos um pouco d’agua, protetor solar, e partimos para mangue seco! O dia estava lindo! Solzão nos acompanhando, mar bem sequinho, praticamente ninguém no caminho a não ser os ovinhos de tartaruga marinha preparando-se para nascer dali a poucos dias... muito legal! Quanto a moto, fui tranqüilo, sem sustos, apesar que sabia que não poderia fazer muita graça durante todo o caminho, pelo mesmo motivo que falei antes: pneu.

Chegamos no limite do caminho quando encontramos o braço do rio que encontra o mar, fazendo um pequeno trecho que impede de atravessarmos com as motos. Uma pena, pois o passeio estava muito bom!

Então voltamos uns 400 metros para umas barraquinhas à beira mar que tínhamos acabado de passar. Nesse mesmo tempo, chega Leo e Anibala dizendo que um bugueiro poderia nos guiar até o centro de mangue seco pelas dunas e tal. E eu já olhando para as barraquinhas com uma rede estrategicamente colocadas em cada um delas... afe! Que paraíso! Daí, o buggy começa a subir numa duma lá e eu já pensando: “Oxe! Ta vendo que minha moto não passa por ai.” E Rad no mesmo instante fala: “Vamos não Léo. Vai ficar complicado para a DL e a DR passar por ai” É! Nessas horas, basta ter uma motinha maior para levar a culpa... kkkk... mas enfim. Decidimos que eu, rad, Irene, Ricardão e Julio ficaríamos por ali mesmo e os demais partiriam para mais essa aventura pelas dunas.

Bom, tratamos de levar as motos para debaixo do coqueiro, trocamos de roupa, e banho! Ôôô, vidinha chata essa.... Smile

Depois de algumas coca-colas, aperitivos, banho, rede, mais coca-cola os demais amigos voltam! Chega um e diz: “Foi massa!” Chega outro e diz: “Vocês só perderam o passeio pelas dunas, tirando isso, não tinha para ver ou fazer lá” ...kkk... É. Definitavemente, sabia que não tinha perdido muita coisa. Tirando é claro de ver os terrenos que alguns dos colegas compraram nesse lugar paradisíaco. Acho que era o motivo que queriam para retomar para lá em breve. [EDIT: Mas é claro que se minha moto pudesse, eu teria era seguido a galera nesse OFF... deve ter sido massa o trabalho de passar pelas dunas rambo

Todos reunidos mais uma vez, eis que todos começam a difícil arte de paciência e meditação esperando a maré subir e depois descer para que pudéssemos voltar para casa. Realmente foi algo muito complicado e difícil de realizar por todos! Uns dormiram para ver se passava logo o tempo; outros simplesmente não paravam de falar; alguns foram passear e ver as outras belezas do lugar; e a maioria só fazia comer e beber mesmo que o sol estava de rachar.

Bla bla bla, bla bla bla ... zzzzz... Bla bla bla, bla bla bla ... zzzzz...

Quando o relógio marcava 15h30 começamos a nos arrumar para a volta! Rad foi um dos primeiros a querer todos prontos para sair pois o caminho era longo e a hora finalmente estava contra nós, pois passar por aquela estradinha de terra no escuro não seria uma boa idéia.

Batemos a areia, aprumamos as motos e seguimos viagem! Como o mar ainda estava secando pegamos a areia ainda encharcada, e alguns trechos até lamacentos mais nada complicado de passar. Apenas o fato dos banhos de mar que alguns levaram ao passar por alguma onda que chegou até nós, ou por algum amigo ao lado que passou por essa onda e molhou o amigo ao lado...kkkk... e o pior que uns queriam até se vingar... que coisa feia... kkkk.

O fato da volta foi mais uma vez o cara mais OFF OFF Road da viagem mais uma vez mostrar para o que veio! E lá foi ele deixando o trecho de areia mais durinha na direção da areia mais fofa e acelerando, acelerando, acelerando... daí ele deve ter pensado: Putz! Estou muito rápido... vou beliscar só um pouquinho o freio e ...” “-Ohhhh!”, foi a reação de todos que assistiam àquela cena... kkk... pela graça divina nada de mais aconteceu àquele podre cidadão, mas com a beliscada no freio que ele deu, a moto afundou de frente que por muito pouco não o fez dar uma cambalhota ninja nas areias de Mangue Seco... depois, quando já paramos para atravessar o trecho de areia fofa para seguirmos viagem eis que ele solta: “Eu tentei acelerar um pouco para tirar uma foto da galera, mas não deu muito certo.” “-É. Percebemos.” Diziam quase todos em voz baixa... kkk.

Enfim. Vou parar por aqui que este post já ta imeeeennnnnso..."

E isso aí galera, abraços e até a próxima!