segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Rolé de Falcon - Mirante de Imbassaí

Levei minha filha neste sábado pra um passeio de moto fomos até Imbassaí, no roteiro passamos na casa do RAD trocamos umas idéias ele nos apresentou sua nova morada repleta de muita natureza e tranquilidade, massa sua nova casa amigo. Dalí seguimos caminho pela estrada do coco para uma parada pro lanche no pastel, em seguida ao passarmos pelo pedágio avistamos o niva do camarada Claudinei que mais a frente nos encontrou e conversamos um pouco, ele estava indo para uma pescaria com seu Tucuna Móvel e barco. Depois foi só cortando o vento até chegarmos no mirante em Imbassaí, tomamos uma água de coco e retornamos para o almoço. Um passeio simples e bem descontraído.

Abraços e até a próxima!





domingo, 20 de setembro de 2009

TROCA DE ÓLEO DA SUP. DIANTEIRA

Pessoal, recentemente fiz a troca do retentor de uma das bengalas que estava vazando óleo. Após o serviço percebi que a suspensão estava muito macia. Voltei ao mecanico uma semana depois e ele me disse haver colocado 300ml de óleo pra ela ficar mais macia e ban-ban-ban, caixinha de fósforo e tal... Pedi que ele completa-se com o nível recomendado pelo manual da Falcon que é de 529ml ou seja estava 229ml a menos que o recomendado, ele prontamente foi completar o nível do óleo mas na bengala errada... Isso mesmo! Questionei que era a outra, ele retrucou. Então eu disse na dúvida troca os dois. Ele nem pensar já tô fechando e isso vai demorar, é melhor vc então nem trocar. Cara eu ia viajar no domingo (veja) Itanagra e queria ajustar a suspa. O cara disse que era para eu levar pra outro mecânico. Nunca mais volto lá. Mas foi bom nessas horas é que aprendo as coisas, sou muito decidido e de coragem. Comprei um litro de Lubrax OH 49 TDX e mandei ver no serviço e fiz melhor que em todas as outras vezes que vi os caras fazerem. Lavei as suspas com gasolina pra tirar todo o resto de óleo velho e depois com água pra tirar todo resquício, deixei ela de cabeça para baixo afim de não ficar nada. Completei com oléo novo 500ml para cada uma e "VUALÁ" aprendi a trocar o oléo da suspa. Já tinha visto os caras fazerem, aliás quando levo a moto pras revisões faço questão de acompanhar todo o serviço, pra aprender e fiscalizar, claro. A única nota triste é que não tinha um cavalete e improvisei com um banco que em certo momento não aguentou e tombou a moto (já estou providenciando um de metal), quebrando o retrovisor original (preju de R$90 cada), para isso existe cartão de crédito, mas a satisfação de executar um serviço bem feito e aprender uma nova profissão, não tem preço.
Fiquem com as fotos, qualquer dúvida é só perguntar. Abraços!

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

VIDEO - ITANAGRA P/ LINHA VERDE DE MOTO

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

MEU CAPACETE NOVO LS2 MX-433.3

Pessoal tô de capacete novo. Um modelo cross desenvolvido para rua, desde que vi o filme Long Way Round fiquei com vontade de ter um capacete destes, e este MX-433 da marca européia LS2 é bem próximo ao dos caras do filme. O meu capacete é preto fosco (emborrachado) com detalhes cinza, interior preto e dourado com feche tipo catraca. Seu acabamento é de premeira qualidade. Ainda falta testar na rua, impressões que depois acrescento aqui. Show de bola, um primor de capacete.

Acressentando:

- A primeira sensação ao rodar com o capacete hoje no trânsito foi de pura liberdade. Porque? Só quem sempre usou capacete todo fechado vai entender. É um ar abafado ali dentro, andar de viseira fechada só em altas velocidades senão embaça tudo e experimentar este que é aberto embaixo é excepcional um ar fresco e em abundância e pode rodar com a viseira fechada que não embaça;
- A segunda porém não tão boa, realmente em velocidades altas cheguei a 120 km/h, se vc virar o rosto a força do vento é mais forte e vira a cabeça mesmo. Isso já percebi apartir de 60-70km/h, porém, se vc estiver até 60 km/h não é tão forte e dá para olhar para os lados tranquilamente e acima dessa velocidade se vc manter o capacete reto sem muitas viradas de cabeça roda em alto giro sem problema;
- A terceira é uma ressalva, é que ele tem a opção de vc baixar a viseira dando mais aerodinâmica;
- Quarta o campo de visão, não senti diferença para o meu MHR Shark apenas a posição do óculos de sol que encomodou um pouco;
- Quinta, em relação ao conforto, senti apenas um pouco de aperto nas bochechas, mas isso já haviam me dito que os modelos de cross são assim mesmo. Fora isso uso MHR nº60 e comprei este MX433 nº60 e ficou ótimo.
- Sexta, quanto ao barulho, há um leve aumento do volume de som externo nos ouvidos (diria 30%) em relação ao meu outro capacete, mas nada que os prós não prevaleça sobre este contra. Afinal é muito pouco o encômodo do ruído.
- Sétima, é irado, todo mundo olha chama muito a atenção, gostei! Uma outra impressão esta quando tirei da caixa a primeira visão é a de que é um capacete enorme, mas depois acostuma, acho que esta impressão se dá por conta da viseira, sei lá...;

No mais, acho que é uma excelente aquisição principalmente levando em consideração a relação custoXbenefício deste capacete que ao meu ver não deve nada para os outros importados mais caros de mesmo proposta (modelo).

Instalei uma bolha para a falcon e melhorou consideravelmente a relação capacete X vento. Já que a bolha desvia o vento de encontro ao piloto para cima. (23.09)

A medida que for usando posto mais impressões sobre durabilidade.


A estante ficou assim agora. Só que a patroa que não gostou. Kkkkkkkk!

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

On/Off road de moto para Itanagra p/ Linha Verde

Galera foi muito louca a aventura deste domingo. Fomos eu e meu tio Vilton no início da viagem não imaginávamos o que nos aguardava, na ida o asfalto da costa dos coqueiros nós estendia um convidativo tapete vermelho de boas vindas tipico de eventos de premiação de oscar. Mas bastou entrarmos na estrada de terra para sentirmos a dificuldade que é de se conseguir ganhar uma estatueta dourada. Lama moçada, muita lama, um barro que gruda na roda e parece chiclete. Uma lama que nos trechos ruins de ladeira quando não grudava, escorregava feito quiabo. Outras vezes trechos de areia solta que mesmo molhada se bobeacemos perdiamos a direção e era tombo na certa. Chuva fina mas constante e sem contar que o caminho era novidade, estavamos abrindo caminho.
A maior dificuldade foi vencer uma ladeira de uns 200mts, levamos cerca de uma hora pra levarmos a moto de meu tio até o topo com a ajuda de um morador local, que gentilmente se ofereceu para ajudar. Na hora de levar minha moto entramos por um cerca no pasto e fui por ele, mas não pensem que foi fácil não, pois a grama tava molhada, escorregava muito e não tinha estrada e além de disso não tinha saída, tivemos que abrir a cerca de arame farpado no alto do morro. Mas valeu! Foram 6 pontes de madeira, muito verde, ar puro, aventura. Chegamos ao nosso destino de almas lavadas, digo de "almas enlameadas" mas felizes.
Em Itanagra fizemos uma surpresa a meu pai que não sabia que iriamos. Almoçamos, conversamos sobre a colheita da mandioca e da preparação da farinha. Descançamos e retornamos detardezinha. Moleza na volta! Nem pensar. Viemos por outro caminho (o de sempre) a estrada de terra parecia um tapete mas queriamos adiantar pra não escurcer e ainda estarmos ali. Ainda claro, chegamos ao asfalto. Mas nossos problemas ainda estariam começando. O asfalto neste trecho de Araças até Pojuca é todo esburacado, mas muito mesmo, a pista não tem iluminação foi o mesmo que andar em campo minado, estavamos com a faca nos dentes, foi o trecho mais tenso de toda a aventura, pra vocês terem uma idéia eu fiquei com o maxilar dolorido. Muito frio as roupas todas molhadas, a jaqueta é impermeável mas o suor era intenso. Lembrei de uma comentário de um amigo motociclista e aventureiro lá de Recife o Fábio Magnani "Andar de moto é como fazer amor: você tem que tirar a roupa para depois colocar de novo, fica todo suado, cansado e sujo. Mas vale a pena!".
A partir de Mata de São João aí foi mais tranquilo o asfalto está em boas condições e por estar em zona urbana tinhamos um pouco mais de iluminação. Perto de camaçarí fui inventar de colocar os pés na pedaleira do carona pra alongar um pouco a coxa, deu uma baita cãimbra na perna gelada que tivemos que parar pra alongar. Ufa! Depois daí, foi só alegria até chegarmos em casa por volta das 19:30.
Beleza! Amanhã, na verdade hoje vou levar a moto pra lavagem, depois uma lubrificada e pronto! Pronta para a próxima aventura.


video

Abraços e até a próxima!

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

EXERCÍCIO PARA APNEIA NA CAMINHADA

Numa certa tarde me encontrava praticando caminhada no calçadão, atividade que resolvi praticar devido uma lesão muscular, e a caminhada por ser de baixo impacto não afetaria a lesão e eu não ficaria sem exercícios fisicos até a recuperação ser plena e poder retornar aos mergulhos ao karate e ao ciclismo.

Veja bem amantes da Caça Sub, nesta caminhada desenvolvi um exercício simples e acredito que principalmente pelo uso do Princípio da Especificidade que nada mais é que a imposição como ponto essencial, que o treinamento deve ser montado sobre os requisitos específicos da performance esportiva em termos de capacidade física interveniente, sistema energético predominante, segmento do corpo e a coordenação motora (técnicas) requisitadas. Então o que fiz foi adaptar a movimentação dos exercícios aplicados na caça sub a minha caminhada, lembrando que estes exercicios seriam os movimentos de preparação para imersão, submersão, tempo de fundo (espera), emersão (retorno) e recuperação.

Exercício baseado numa etapa completa de uma movimentação para caçada:

Caminhe dez passos e a cada 10º passo faça uma etapa da respiração. Mas precisa que a cada passo do 1 ao 10 você execute um ciclo lentamente, não vale encher o pulmão no 1 e caminhar 9 sem exercício.

1º Inspire (puxe o ar pelo nariz) do 1 ao 10.

2º Prenda - caminhe 10 passos

3º Expire (solte o ar pela boca) do 1 ao 10.

4º Sem ar - caminhe 10 passos

Feito isso terá completado um ciclo da respiração. Repita quantas vezes conseguir, com o tempo tente aumentar os passos durante o exercício. A cada 3 séries respire normalmente por uns 2 minutos e repita o exercício.

Cuidado! Pois pode haver falta de oxigenação no cerébro e causar tonturas. Então diminua os passos.

Bem é isso aí espero que gostem e apliquem o exercício em suas caminhadas. Depois deste exercício sua caminhada deixará de ser monótona.

Não esqueça, seja seletivo e consciente pesque apenas o necessário.

Boas caçadas.