sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

LUZ DA TRAÇÃO 4X4


Pessoal a tração 4x4 da minha pajero não estava funcionando e as luzes de indicação do 4x4 no painel não paravam de piscar como se estivessem acionadas o tempo todo. Fui na oficina de Valdilson (Valcar) para solucionar-mos esta questão. Trocamos as válvulas solenoide da tração (luz de indicação da roda livre painel).


Inspecionamos o atuador da roda livre
 (mecanismo que aciona a roda livre). 



Ele estava com um dos tubos do vácuo quebrado e as mangueiras ressecadas, que precisaría-mos subistituir. Usamos esta incolor na mesma espessura.

 

Na foto abaixo circulado em vermelho mostro o tubo quebrado e o outro bom. Na sequência foto de atuador novo e fotos do atuador do meu carro desmontado (muito sujo internamente). Fizemos a limpeza das peças com óleo diesel, pegamos a tampa de um outro atuador e remontamos.

Atuador novo


Após a remontagem tudo voltou a funcionar perfeitamente, a tração esta engatado e a luz de indicação obedece o engate da alavanca. Como as luzes do painel tem seus sensores distribuidos em vários pontos do carro ainda falta inspecionar o da caixa de transferência responsável pela luz do bloqueio (que ainda esta piscando). Mas pra resolver precisamos baixar a caixa. Vai ficar para outra oportunidade é muito trabalho. Abaixo o esquema da tração.


E isso aí, abraços e até a próxima.


ATENÇÃO
As válvulas voltaram a dar defeito.
Bem galera fiz alguns testes ontem (26.05.2014) na areia em uma subida íngreme com a válvula apresentando defeito ou seja piscando as rodas dianteiras no painel.
Supostamente o que dizem que quando se está piscando uma ou as duas válvulas estão queimadas impossibilitando o engate 4x4.
Vale ressaltar que meu carro é uma Pajero GLS-B 2.8 ano 1998/99.

Teste
- Numa distancia de 30 metros uns 10mt de base e 20 na ladeira ângulo mais ou menos de uns 60º. Ataque em primeira marcha.

1- Sem tração apenas 4x2. O carro perdeu força assim que o peso deslocou para a roda traseira. A roda patinou e começou a cavar o chão. A roda dianteira (eixo) não apresentava qualquer sinal de giro (lembre-se no painel está piscando).

2- Com a alavanca da tração na posição 1 (4H). O carro subiu quase todo o obstáculo quando parou eu forcei a subida trabalhando o carro na subida e pasmem! A tração estava funcionando. A roda dianteira girava chegando a cavar na tentativa de subir.

3- Retornei a base da duna avancei mais uma coloquei na posição 4HLc = Tração 4x4 com diferencial central bloqueado. Se seguiu como previsto muito parecido com o desempenho anterior embora um pouco melhor na subida.

4- Agora pra subir parede. 4LLc = Tração 4x4 com diferencial central bloqueado e Reduzida. Véi na boa só não fui ao topo porque tinha uns bagulho lá mato, sobra de material de construção... entulho. Avançando muito mais que as outras.

CONCLUSÃO

Esta merda de pisca pisca no painel só serve pra deixar agente doido. E rico pra quem vende as válvulas.

No meu carro o 4x4 está funcionando 99% vamos tirar 1% da discoteca no painel.

Façam o teste vocês escolham uma ladeira ingrime de preferência areia ou barro, e testem.

Vou refazer o teste e filmar e acrescento pra vocês verem.

Fonte de pesquisa:
http://www.pajeroclub.co.za/forum/viewtopic.php?f=25&t=119
http://www.clubmitsul200.com/t635-luz-boble-traccion

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

ALTA PRESSÃO

Quando a força exercida pelo ar aumenta em um determinado ponto, conseqüentemente a pressão também aumentará. E no caso que descrevo dentro do sistema de arrefecimento resultará em superaquecimento do motor e consequentemente possíveis danos decorrentes, como: mangueiras soltando ou explodindo, muito ar no radiador (mesmo com o carro frio), no radiador sem a tampa com o motor ainda aquecido a água borbulha. Isso era o que estava acontecendo com o meu carro.
 
 Mas o mais estranho é que só acontecia depois de alguns minutos a 110, 120km/h ou com o ar ligado depois de uns 20 minutos. A temperatura subia a ponto do ponteiro quase chegar ao vermelho, se desligasse o ar voltava ao normal. Mas a pressão dentro do radiador era muita. Acho que não estourou por que era de cobre, sendo assim as mangueiras iam estourando ou soltando.

Levei a um amigo e irmão em Cristo proprietário de uma oficina aqui perto de casa, na época do niva ele me ajudou muitas vezes e é o mecânico do carro de meu pai. Alberto da Litoral Motores, fez um check up na viatura e a minha suposta idéia do problema foi confirmada por ele.  


Aparentemente parece junta do cabeçote danificada. Mas a que ponto? E o cabeçote? Dúvidas que só a desmontagem poderia nos responder. De imediato comprei junta e parafusos novos de qualidade (AJUSA). Cerca de R$ 746,00 parafusos e junta mais o sedex. Lembro-me de fatos em oficina anterior (que vocês já sabem da história) me fizeram optar por trocar logo os parafusos também. Estes parafusos foram feitos para serem usados no máximo 2X.


Assim que chegaram as peças demos início ao desmonte. E para nossa surpresa dos 20 parafusos que dão aperto ao cabeçote no bloco apenas 2 estavam apertados (serviço feito em oficina anterior no ano de 2011). Isso mesmo, folgados! Até minha avó folgava aqueles parafusos. Seguindo a sequência de desaperto conforme fabricante removemos o cabeçote. Olha o estado da junta:


Até silicone usaram na parte da corrente de comando. 

Olha o bloco:


Pistões e folga normais, sem vasamentos de anéis de seguimento. Na troca da corrente de comando na Valcar não foi verificada nenhuma folga anormal nos casquilhos móveis e fixos. Nesse bloco após limpeza estaria pronto para receber junta nova e cabeçote.


Inclusive foi detectado óleo dentro dos orifícios dos parafusos ocasionando o calço hidráulico. Que com uma pistolinha de ar foi retirado.

E falando em cabeçote, vejam o estado. E pásmem todos ficamos, tinha silicone dentro de alguns orifício de água parecendo que propositalmente foi colocado ali. Saiu parecendo um palito.


No detalhe, esta foto em resolução maior dá para ver melhor, veja em amarelo todos os buracos tinham silicone, na frente onde a junta foi colada com silicone vermelho.


Safadeza, isso é desonestidade. Quando acaba dizem que o carro é ruim. Ruim uma zorra somos lesados por irresponsáveis e inescrupulosos donos de oficina que se dizem mecânicos. É por isso que nada na vida destas pessoas dá certo. E a Mitsubishi perde clientes pois para leigos que são facilmente enganados o carro é que não presta. Mas aqui já chega, o lance é de cartas limpas, ou age certo ou toma na cara. Amigos se quiserem conto aonde não irem e a quem confiar seus carros.

Cabeçote sendo limpo para averiguar se ouve empeno na base com uma régua de aluminio.


Desde que comprei este carro que ele sofria deste mal de temperatura, a princípio troquei o radiador pensando que o que mandei fazer adaptado tivesse ficado com a vasão pouca para o carro, mas na verdade o problema estava era no serviço da montagem da junta do cabeçote e só Deus sabe o que mais foi feito depois. Comprei um radiador novo e melhorou mais assim que se agravou a junta o problema veio com força, ou melhor pressão alta, mas o remédio estava sendo providenciado (kkkkk... rir pra não chorar).
Veredicto do cabeçote, um leve empeno nas extremidades. Levei pra facear. Bem fininho, de leve mesmo. Alberto providenciou tudo tem um amigo dele dono de retífica que faria o serviço e entregaria para o mesmo dia. Valor do serviço para camarada R$ 200,00 (faceamento e limpesa geral do cabeçote).


Fiz este vídeo pra vocês verem o processo do faceamento. O cabeçote da pajero tem tolerancia ao faceamento, estas medidas foram levadas em consideração e o mínimo necessário foi retirado, informou o responsável pela retífica. 

 Cabeçote limpo e pronto para a montagem.

 

Alberto gosta de passar um pouco de óleo para não estragar a junta caso seja necessário remove-la. Afinal após a limpesa dos orifícios dos parafusos, não saberiamos se as roscas estavam espanadas no bloco, e poderia ser necessário a retífica das mesmas. Abrindo nova rosca e colocando buchas. Mas não foi necessário. Graças a Deus! Menos um atraso e problema para resolver-mos.

Parafusos novos


Até o momento foram quase 2 dias no processo de desmontagem e montagem do cabeçote na pajero. Já era tarde do dia por volta das 18:30h quando demos por encerrado a montagem. Ficou o ajuste final e funcionar o motor para o terceiro dia. Detalhe de toda a operação. Como gosto de mecânica e tenho esta relação aberta com Alberto além dele ser um mecânico transparente no seu trabalho acompanhei e dei minha ajuda conforme ele deixava (kkkk... Léoooo deixa que eu faço isso.).

Na manhã seguinte o dia era sábado sol forte do verão baiano e eu alí de férias (todos em casa) e na oficina labutando com a irresponsabilidade dos outros. Mas era para mim e desta vez o mal seria extirpado definitivamente. OXALÁ!


 
 

Eu, meu pai e Alberto imbuídos em terminar o serviço. Neste dia o almoço seria na oficina, cardápio: Feijoada de feijão fradinho, calabresa e carne de sertão e refrigerante. Foi só alegria principalmente depois de funcionar o motor e refazer todos os testes... tudo perfeito como deve ser, como tem que ser. Glória a Deus!

Motor armado e funcionando
Alberto eu e meu pai

Pois é pessoal, a luta é árdua e persistente, mas enquanto tivermos esperança e coragem vamos vencendo. E o inimigo caindo por terra. Deus seja lovado.
Abraços, Deus os abençoe.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

MITSUBISHI PAJERO FULL "A LENDA"

Seu nome vem de um gato selvagem ágil e resistente. Duas qualidades sempre presentes no Mitsubishi Pajero Full desde que foi lançado, em 1982.

 

Leopardus pajeros. O nome científico, em latim, designa um felino  ágil, com incrível habilidade para escaladas e muito resistente, cujo habitat vai do Peru ao Chile. Maior e mais musculoso que um gato doméstico, tem pintas pelo corpo e cauda peluda. Vive nos dois lados da cordilheira dos Andes e é um caçador de hábitos noturnos. Eis o que se sabe sobre o discreto gato-dos-pampas, ou gato-palheiro, o nosso Leopardus pajeros. E, no entanto, poucos carros são tão célebres, conhecidos  e admirados quanto o que leva seu nome: Mitsubishi Pajero Full.
Alçado à condição de lenda viva do automobilismo como o único carro doze vezes vencedor do Rally Dakar, o mais difícil e rigoroso do planeta, o Pajero Full surgiu como protótipo em novembro de 1973.

A Mitsubishi Motors tem sua história no off road um pouco mais distante em 1934 com a construção do Mitsubishi PX33.

 

O Mitsubishi PX33, foi um protótipo construído pela Mitsubishi Heavy Industries (MHI). Construído para uso militar do Governo Japonês e foi o primeiro veiculo Japonês a ter quatro rodas motrizes. A MHI teria um retorno de 50 anos depois, em busca do seu sucesso motorizado.
Foram construídos apenas 4 protótipos do PX33 e contava com uma motorização Mitsubishi de 6.700cc de 70cv de motorização Diesel, o primeiro motor de injeção directa.
Entretanto em 1937 o PX33 foi cancelado após o governo decidir dar prioridade ao desenvolvimento de veículos comerciais e de autcarros.
O PX33 foi usado como um instrumento de marketing, para a Mitsubishi usar durante o lançamento da quarta geração do Mitsubishi Pajero. Ambos estiveram presentes no Mondial de l'Automobile em Setembro de 2006 em Paris.
 
A experiência da Mitsubishi Motors fazendo veículos Off-Road Dual-purpose remonta a 1953, quando, como algumas outras montadoras asiáticas, obteve uma licença para 'clonar' o famoso Jeep.

A versão de Mitsubishi, conhecida como "J-52", não era permitida para exportação, porque ele não era conhecido fora do Japão. Ele foi usado pelas forças de autodefesa japonesas e entusiastas que precisavam de um veículo para atividades Off-Road. Bastante durabilidade nua e simples, foi a principal característica do J-52.

 
  
A Mitsubishi Motors previu que um dia, as pessoas também iriam querer desses veículos para a condução diária e começaram a explorar alguns projetos para o futuro. Em 1973, foi exibido um veículo de duplo propósito de protótipo para uso diário. Era mais um veículo recreacional com uma parte superior aberta e uma rollbar grossa. Os assentos eram desportivos em design e imagem global era jovem. Ele foi chamado o Pajero, o nome que está sendo retirado de um animal encontrado no sul da Argentina (vide acima).

 No Salão de Tóquio daquele ano, era impossível não arregalar os olhos com o carro-conceito da Mitsubishi. Na aparência externa, tratava-se de um jipe – até então visto apenas como veículo de trabalho. Por outro lado, oferecia o aconchego e a facilidade de manejo de um veículo de passeio. Ou seja, um conceito inovador, capaz de juntar a valentia do utilitário ao conforto do Automóvel.

Mas como catalogar o recém-nascido Pajero, aquela genial invenção? Como enquadrar aquele misto de jipe-automóvel? “Não se sabia ainda, mas uma nova nomenclatura na indústria automobilística estava sendo criada pela Mitsubishi: sport-utility vehicle, sintetizada depois pela sigla SUV”, explica o jornalista Luiz Guerrero. Mesmo assim, foi preciso quase uma década até que o Pajero chegasse à linha de produção.


Depois de exibir uma segunda versão do protótipo no Salão de Tóquio em 1978, e após uma pesquisa exaustiva no mundo inteiro, foi somente em 1982 que a Mitsubishi Motors resolveu produzir em série seu utilitário esportivo. “Ele pode ser visto na porta de um bistrô parisiense ou nas areias do deserto”, afirmava a campanha de lançamento.
 


 
“Hoje é fácil imaginar o 4x4 nesses e em muitos outros lugares”, prossegue Guerrero. “Na época, entretanto, a polivalência do carro era um assombro, uma ousadia que corria o mesmo risco de todas as grandes revoluções, independentemente do setor em que ocorram.”
Mas foi justamente graças às areias do deserto que o futuro SUV da Mitsubishi se transformou numa lenda, fazendo jus ao slogan que o tornaria mundialmente respeitado: The car, the legend.

É que o Mitsubishi Pajero mal saiu da fábrica e já enfrentou seu batismo de fogo: dunas, areias e pedras impiedosas dos desertos do Saara e do Ténéré. Antes de exportar o carro, a Mitsubishi resolveu promovê-lo internacionalmente. E para isso decidiu participar da prova off-road mais exigente do mundo. Em 1983 a fábrica inscreveu quatro Pajero no Rally Dakar. Dois para competir e os demais para levar peças de reposição – as regras da época não permitiam equipe de apoio. Os carros, conversíveis e a gasolina, tinham motor 2.6 aspirado, de 4 cilindros e 110 cavalos.


 Com a exceção de apenas um, que capotou, a estreia no Dakar terminou muitíssimo bem. Os Pajero sobreviveram a 20 dias de massacre. Chegam em 11°, 14° e 30° na geral. Mas venceram na categoria Production (carros de fábrica sem modificação) e na Marathon (com modificações limitadas). De quebra, ainda levaram o troféu de Melhor Trabalho em Equipe, pela conclusão da prova sem problemas mecânicos.
Bastaram dois anos para que, em 1985, a dupla de pilotos Patrick Zaniroli e Andrew Cowan conquistasse os dois primeiros lugares da prova ao volante de seus Pajero. O carro, no entanto, começava a fazer sucesso também por seu  glamour de aventureiro: naquele mesmo ano, o príncipe Albert e sua irmã, a princesa Caroline de Mônaco, escolheram o Pajero Full para disputar o Rally Dakar.

Em 1986, nada menos que 64 Pajero vindos de locais tão diversos quanto Peru e Alemanha se inscreveram na prova, 30 deles na categoria Production, destinada a carros de fábrica. As vitórias foram se sucedendo até a consagração final: doze campeonatos no mais espetacular rali do planeta, sete deles consecutivos, de 2001 a 2007. Feito inédito para qualquer montadora de veículos.
“O carro não quebra nunca, só vai para a oficina na hora da revisão”, elogia a jornalista paulistana Joyce Pascowitch. Usuária de Mitsubishi 4x4 há mais de uma década, quando adquiriu uma cabine dupla L200 para auxiliá-la na construção da casa de campo na serra da Mantiqueira, Joyce é uma apaixonada pelo sistema multimídia de seu Pajero Full.

http://nivasouto.blogspot.com.br/2011/04/apresentacao-oficial-minha-pajero-full.html
 
 

ÁGIL, RESISTENTE E VALENTE

Quanto à resistência do carro, Joyce pode mesmo ficar tranquila. Em sua quarta geração, o Pajero Full mantém no DNA os cromossomos da durabilidade e da valentia que o consagraram no deserto – mas tornou-se definitivamente um carro de luxo. Um genuíno objeto do desejo, que está para os SUVs como um Rolex para os relógios.
Para isso contribuem as principais features do carro, atualizadas sempre com tecnologia de ponta, como o teto solar panorâmico e faróis de xênon (com lavador e regulagem automática). Ou o novo motor diesel Common Rail DI-D de 3,2 litros e 200 cavalos de potência. Na versão a gasolina, a potência chega aos 250 cavalos, graças ao motor V6 de 3,8 litros. Por outro lado, a transmissão automática Invecs-II com troca inteligente de marcha e câmbio sequencial Sports Mode permite a esportividade de um câmbio manual com todo o conforto de um automático.
 
No quesito tração, o avançado sistema SS4 II (Super Select 4WD) permite a escolha de quatro modos distintos: 4x2, 4x4, 4x4 com bloqueio do diferencial central e 4x4 reduzida com bloqueio. Nos três primeiros, a troca pode ser feita com velocidades de até 100 quilômetros por hora.
Para auxiliar ainda mais o motorista, o Pajero Full conta também com o controle ativo de estabilidade e tração ASTC. Trata-se de um sistema que analisa de modo contínuo as condições de rodagem e controla eletronicamente a estabilidade do veículo em qualquer tipo de estrada ou piso. Com isso, antecipa eventual perda de controle do veículo e adota medidas preventivas para evitar acidentes ou riscos – chegando mesmo a acionar os freios da roda que apresenta perda de aderência.
O Pajero Full se apresenta em duas versões: 5 e 3 portas, ambas com bancos de couro dianteiros elétricos. A versão 5 portas tem espaço para até 7 passageiros. A de 3 portas – na realidade uma versão compacta do Pajero Full 5 portas – oferece o mesmo conforto interno, mas sem a terceira fileira de bancos. Tanto um como o outro, no entanto, honram o nome: são ágeis, resistentes e valentes como um Leopardus pajeros.

Fonte: MITRevista – Junho 2010 - 38
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitsubishi_Pajero
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitsubishi_PX33
http://pt.wikipedia.org/wiki/Leopardus_pajeros
http://www.motortrader.com.my/news/history-of-the-mitsubishi-pajero/

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

INTERCOOLER MITSUBISHI 4M40

 

Muitos dos motores a diesel que usam turbocompressores contam com o auxílio do intercooler. Mas poucas pessoas conhecem, realmente, a sua importância ou funcionalidade.
Pode-se dizer que o intercooler é um grande aliado das turbinas, já que ele praticamente resolve um problema que pode comprometer a eficiência do funcionamento do propulsor. O turbo tem a função principal alimentar melhor o sistema de ar que entra nos cilindros do motor. Entrando mais ar para dentro dos cilindros, se tudo estiver em perfeita ordem, ou seja, bomba injetora sem problemas, bicos injetores devidamente calibrados, motor com folgas de válvula devidamente calibradas, boa compressão dos cilindros, isso resultará em maior potência.
O único senão, para o bom funcionamento do motor, é o turbocompressor alimentar os cilindros com ar quente. Se o ar introduzido sob pressão estiver muito quente , fica pobre em oxigênio e expande suas moléculas, o que faz com que ocupe muito espaço na câmara de combustão prejudicando a queima ideal do combustível.
O intercooler foi criado exatamente para compensar essa eventualidade. Quando o ar quente proveniente do turbocompressor, passa aquecido pelo seu interior ele é imediatamente arrefecido. Isso aumenta a sua oxigenação, reduz sua massa e, conseqüentemente, permite a entrada de maior quantidade de ar nos cilindros.
O resultado dessa operação é a perfeita queima do combustível proporcionando maior potência e torque ao motor. Portanto, a função básica do intercooler é trocar o ar quente, pobre em oxigênio, por ar frio, rico em oxigênio.



Este processo é fácil, fácil de fazer não precisa de oficina, faça você mesmo em casa. Basta um pouco de paciência e gostar de mecânica e de mecher no seu carro. Que é o meu caso. Tá esperando o que? Mãos a obra.

Abraços e até a próxima dica. Fiquem com Deus.


Fonte de pesquisa:  Clube do Diesel - http://www.clubedodiesel.com.br/?p=552